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Mateus 28:19
Mateus 28:19

 

O Que Dizer Sobre Mateus 28:19?

 

 

  1. Se o Messias realmente proferiu a fórmula batismal trinitariana como a encontramos ali, os discípulos, mesmo depois do Pentecostes, não a entenderam corretamente e batizaram unicamente em nome do Messias, pois não há nenhum relato de batismo trinitário na Bíblia.(Atos 2:38; 8:16; 10:48; Gálatas 1:12; etc.)

 

  1. Se Ele realmente a proferiu, os relatos correspondentes nos outros Evangelhos sinóticos deveriam contê-la. Veja, porém, que Marcos 16:15-17 e Lucas 24:46-47 referem-se apenas ao Seu nome.

 

  1. Observe o contexto de S. Mateus 28:19:
  2. 16 -- Discípulos vão para a Galiléia, para o monte designado.
  3. 17 -- Surge o Messias. Alguns O adoram, outros se recusam.
  4. 18 -- O Messias fala então aos que duvidavam: "Toda a autoridade me foi dada no Céu e na Terra." Quer dizer, não tenham dúvida de que posso ser adorado, porque meu sacrifício foi aceito eo Paime concedeu outra vez toda a autoridade como Filho de Deus.
  5. 19 -- O Messias diz que todos eles poderiam, portanto, ir e fazer discípulos em Seu nome. (Não teria porque referir-se à trindade, uma vez que não era isso o que estava em discussão. O que os discípulos queriam saber é se Ele estava autorizado a ser adorado.)
  6. Observemos também o contexto dos Evangelhos, o Messias nunca ordenou que fizessem milagres nem se reunissem, em nome da trindade. Pelo contrário, diz que estará presente entre os que reúnem em Seu nome; atenderá aos que pedem em Seu nome; que os discípulos fariam milagres em Seu nome, etc.
  7. O historiador Eusébio de Cesaréia, que conheceu manuscritos mais próximos ordem evangélica era ir a todas as nações e fazer em hebraico, discípulos em Seu nome. Somente depois do Concílio de Nicéia, incluiu a fórmula trinitariana -- "batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo" -- em suas referências a Mateus 28:19.do original de Mateus, escrito provavelmen dezessete vezes afirma que a
  8. A novaBíblia de Jerusalém, totalmente revisada e atualizada, admite quanto a Mateus 28:19: "É possível que, em sua forma precisa, essa fórmula reflita influência do uso litúrgico POSTERIORMENTE fixado na comunidade primitiva. Sabe-se que o livro de Atos fala em batizar 'NO NOME DE JESUS'. MAIS TARDE deve ter-se estabelecido a associação do batizado às três pessoas da trindade.".   Robson Ramos.

     Texto de autenticidade duvidosa. (Você já sabia disto?)

A História no decorrer dos tempos vem mostrando as mudanças efetuadas dentro do Cristianismo, por pessoas de grande influência religiosa, que causaram dentro da humanidade, grande subversão da lei divina, estabelecida dentro das escrituras sagradas.

O batismo em nome da trindade (Pai Filho e Espírito Santo), é a maior subversão já feita pelo homem dentro da Bíblia, pois tirou a primazia do Messias como nosso salvador e mediador, para colocar o nome de um Deus trino, inexistente. Vamos expor alguns dados históricos que nos levam a provar o afirmado.

No Compêndio da História da Igreja de autoria de Frei Dagoberto Romag, I Volume , intitulado a Antigüidade Cristã , Editora Vozes pág. 90-93 e 143-145, diz que a ordem do batismo escrita em Mateus 28: 19 (O Batismo em nome do Pai Filho e Espírito Santo) , saiu da Pena de Tertuliano no ano 197.

Tertuliano era natural de Cartago, filiado a doutrina da trindade de Montano. Escreveu o primeiro catecismo sobre o batismo da trindade, e acompanhado com este batismo ,o sinal da cruz, e chamava-se "A fé de Irineu e Tertuliano".

Após sua morte no ano de 220, este dogma foi introduzido no ano 255 no primeiro sinódio dirigido por Cipriano. Tertuliano foi chamado de autor do batismo da idolatria (Dicionário Prático Ilustrado, edição, 1957., Lello & Irmãos-Editores pg. 1908).

 

 

O bispo de Roma, Estêvão I, não aceitou esse batismo como nova doutrina na Igreja de Catargo, mas não o eliminou. Sisto II aceitou a comunhão com a Igreja de Catargo, e em 313 em outro sinódio foi confirmada a ordem do batismo em Nome do Pai Filho e Espírito Santo, contrária aos donatistas que batizavam em nome de Jesus Cristo (Compêndio da História da Igreja, pág. 191-193, Essência do Catolicismo, segunda Edição, pág. 173 ).

Os Donatistas protestaram contra o batismo em nome da trindade, e Constantino tirou as suas Igrejas, e confiscou os seus bens. Ario bispo da Igreja Apostólica ensinou, que o Messias é o filho primogênito e unigênito criado pelo ALTÍSSIMO, e que a salvação consiste em crer nas duas pessoas da divindade (João 3:16-18, 14:1, 17:3), negou a trindade ensinando que o batismo para perdão de pecados é somente aquele praticado em nome de Jesus Cristo.

Em 325, foi realizado o primeiro concílio em Nicéia, para confirmar a trindade e o batismo em seu nome, e esse concílio foi presidido por Constantino, o bispo Silvestre, Ozio e Atanásio, que negaram o Messias como princípio da criação DO ALTÍSSIMO(Provérbios 8:22-31, João 1:1-3, Colossenses 2:15-17) e sem prova desta verdade, estabeleceram o Dogma que em Deus há uma só pessoa que se manifestou como Pai, Filho e Espírito Santo em substância eterna (Compêndio da História da Igreja, pág. 165-166).

A negação da divindade como duas pessoas distintas é doutrina do Anti-Cristo ( I João 1: 2-4, 2: 18-26 ) , a partir do estabelecimento da trindade como dogma, começou a perseguição para aqueles que não aceitavam esta apostasia (livro: História do Cristianismo por A . E. Knight e W. Anglin, terceira edição, pág. 192-210, livro: História da Inquisição por Antônio José Saraiva, publicações Europa Portuguesa América).

A ordem de Mateus 28:19 introduzida na Bíblia, que como já foi exposto, é contraditória a tudo o que foi praticado pelo Messias e os seus Apóstolos. A Bíblia nos afirma em Lucas 24.46.48, que o Messias apareceu aos seus onze discípulos dizendo que era necessário que Ele padecesse, mas que ressurgisse dos mortos ao terceiro dia, e que em seu nome se pregasse o arrependimento penitência e a remissão dos pecados a todas as nações, começando pôr Jerusalém, e isto não podemos negar, sob pena de negarmos o sacrifício do Messias na cruz por toda humanidade.

Teófilo no ano 190 d.C. emprega pela primeira vez a palavra Trindade e no ano de 197, Tertuliano emprega ela no batismo com o sinal da cruz.